IFBA oferece mais de 1.500 vagas no Sisu em 16 cidades baianas; veja como concorrer
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) vai ofertar 1.555 vagas no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), no primeiro semestre de 2023.
De acordo com o instituto serão disponibilizadas 694 vagas para ampla concorrência, 778 vagas para reserva de cotas e 83 para ações afirmativas próprias da instituição, que são voltadas para as comunidades quilombolas.
Os cursos estão distribuídos em 16 campi do IFBA: Barreiras, Brumado, Eunápolis, Feira de Santana, Irecê, Jacobina, Jequié, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salvador, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Simões Filho, Valença e Vitória da Conquista.
Para participar, o estudante precisa ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2022. A seleção será feita através da nota obtida em quatro áreas de conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias, e também na Redação.
As inscrições começam a partir das 8h, do dia 16 de fevereiro de 2023. Os candidatos poderão se inscrever no link do Sisu.
Será possível fazer a inscrição até o dia 24 de fevereiro de 2023. O resultado da chamada regular acontecerá quatro dias depois, em 28 de fevereiro, e a manifestação de interesse em participar da lista de espera pode ser feita de 28 de fevereiro a 08 de março de 2023.
A lista completa de cursos ofertados em cada campus pode ser acessada no site do IFBA.
A matrícula dos aprovados na chamada regular está programada para acontecer entre os dias 2 e 8 de março de 2023 – de acordo com o cronograma de matrícula de cada campus. Ainda não há uma definição sobre os dias para convocação na lista de espera do IFBA e para realização da matrícula.
Saúde vai liberar R$ 200 mi a partir de fevereiro a estados e municípios para reduzir filas no SUS
O governo federal vai liberar R$ 200 milhões a partir deste mês para apoiar estados e municípios na redução da fila de cirurgias, exames e consultas no SUS (Sistema Único de Saúde). A intenção é incentivar a organização de mutirões em todo o país para desafogar a demanda represada. A medida integra a Política Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, que será lançada nesta segunda (6) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pela ministra da Saúde, Nísia Trindade.
Ao todo serão destinados R$ 600 milhões para essa medida. O restante, cerca de R$ 400 milhões, será repassado de acordo com a produção apresentada de cirurgias realizadas, principalmente abdominais, ortopédicas e oftalmológicas. O programa é uma das prioridades do governo para reduzir a espera de pacientes por procedimentos que ficaram represados, principalmente, durante a pandemia da Covid-19.
A ação ainda prevê estratégias para garantir equipes cirúrgicas completas e melhorar o fluxo de atendimento em todo o Brasil. Cada estado poderá estabelecer as cirurgias prioritárias, de acordo com a realidade local. A segunda fase, prevista para ocorrer entre abril e junho de 2023, inclui exames diagnósticos e consultas especializadas, com foco em tratamentos oncológicos.
Segundo o Ministério da Saúde, os critérios e detalhes para o repasse dos valores aos fundos estados e municipais de saúde serão publicados em portaria. Cada unidade federativa terá que entregar um diagnóstico com a real demanda local por cirurgias, assim como um planejamento para executar o programa de redução das filas, para que seja estipulada a liberação de recursos. Estados e municípios devem apresentar o quantitativo de procedimentos realizados e dimensionar a redução.
Em reunião com conselhos de secretários estaduais e municipais no final do mês de janeiro, o ministério afirmou que faltam informações sobre os procedimentos acumulados. “É um mistério completo, às vezes, ter esse número das filas. Queremos conhecer a fila”, disse o secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda. “Diria que é possível que a fila ultrapasse mais de um ou dois milhões de pessoas. Não são cirurgias de urgência, mas não podem ser programadas para daqui a dois, três, cinco anos”, afirmou Miranda. Bahia Notícias.
Terremoto de magnitude 7,8 deixa mais de 1,6 mil mortos na Turquia e na Síria
Um tremor de magnitude 7,8 atingiu uma cidade na região central da Turquia, perto da fronteira com a Síria, nesta segunda-feira (6);
Na Turquia, 1.014 morreram, segundo o último balanço do governo; na Síria, foram 592, segundo a agência de notícias Sana;
Segundo relatos, o tremor durou mais de um minuto e meio;
Mais de 40 réplicas foram registradas desde o terremoto principal, a última delas de magnitude 7,7
O terremoto deixou um rastro de destruição nos dois países, e milhares de pessoas estão desaparecidas.
Segundo terremoto atinge mesma região
Nesta manhã, horas depois do primeiro terremoto e das réplicas, um segundo tremor atingiu a mesma região, desta vez com magnitude 7,5, segundo o governo local.
Ainda não se sabe a dimensão dos danos causados pelo novo tremor, mas equipes de busca já estavam no local.
Itororó: Construção da nova Praça do Edson Oliveira em Rio do Meio chega a fase final
As obras de construção de uma nova praça de lazer no distrito de Rio do Meio já chegaram à fase final. O local já recebeu iluminação e as obras estão próximas da conclusão. A obra já está 90% concluída, faltando apenas parte da pavimentação do seu entorno com blocos sextavados.
A nova praça é mais uma obra da Prefeitura de Itororó através da CONDER, buscando sempre melhorar a qualidade de vida da população.
Indígenas denunciam abusos de garimpeiros: pelo menos 30 meninas teriam engravidado
O secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro, afirmou ontem haver denúncias de que pelo menos 30 meninas e adolescentes ianomâmis teriam engravidado por abusos cometidos por garimpeiros em Roraima. Castro informou à Agência Brasil e à Rádio Eldorado que os relatos foram apresentados pelo Conselho Indígena de Roraima a uma comitiva do governo federal, que esteve na segunda-feira na sede do Distrito Especial Yanomami de Roraima.
Malu Gaspar: MPF abre inquérito para apurar causas da crise ianomâmi
Defesa dos ianomâmi: Ibama instala Sala de Situação e anuncia controle de terras indígenas
Pedimos mais informações ao CIR para termos os nomes das jovens e solicitarmos apurações dos possíveis estupros de vulneráveis para a Polícia Civil de Roraima, Polícia Federal e para o Ministério Público Federal — afirmou Castro.
O secretário informou que há relatos de seis casos suspeitos de acolhimento irregular de crianças ianomâmis, e em dois casos, os processos de adoção estariam em andamento por famílias que não são indígenas. Castro afirmou que os relatos das entidades são de que os governos federal, estadual e municipal negligenciaram a proteção e a prestação de atendimento aos povos indígenas da região, nos últimos anos.
“Descaso encerrado”
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reconheceu ontem que a mudança nas políticas ambientais implementadas no início do governo Lula poderá não ter efeito imediato. Marina e o advogado-geral da União, Jorge Messias, reuniram-se com a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, para apresentar as primeiras medidas do governo na área.
— O importante é que o tempo da ilegalidade e o tempo do descaso com a implementação das políticas públicas está sendo encerrado. E que as ações e determinações corretas da Justiça estão sendo implementadas. Obviamente que ninguém consegue implementar aquilo que foi parado por quatro anos da noite para o dia — afirmou Marina após a reunião.
Messias destacou uma série de medidas assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro dia de governo, a maioria revogando ou redirecionando políticas implementadas no governo Jair Bolsonaro. Entre as ações tomadas, estão o restabelecimento do Fundo Amazônia, a revogação de um decreto sobre garimpo, mudanças nas regras de multas ambientais e a retomada de planos de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, além da criação de planos para os outros quatro biomas. Além disso, também houve a determinação para que sejam reavaliadas mudanças no Conselho Nacional do Meio Ambiente.



































