Urgente: Corpo de Anderson Pica Pau foi localizado em Rio em Betim-MG
Com pesar que o Blog Itororó Já informa que o corpo de Anderson Brandão, mais conhecido como Pica Pau e Andinho foi encontrado em um Rio conhecido como Balsa de Bicas em Betim, Minas Gerais. Segundo familiares o corpo de Anderson acabou boiando nesta quinta-feira, 27. O jovem residia em Nova Serrana, mas, havia saído para tomar banho de Rio em Betim.
RELEMBRE MATÉRIA
A região de Itororó se comove com o desaparecimento do jovem Anderson Brandão, mais conhecido como Andinho.
Andinho está desaparecido desde o último sábado 22, na cidade de Nova Serrana em Minas Gerais, após supostamente ter entrado em um Rio na cidade mineira, local onde reside e trabalha. Essa informação foi compartilhada na redes sociais, mas, familiares de Andinho ainda não confirmaram como o desaparecimento. O jovem que também é conhecido como “Bêbe” e “Pica-Pau” morou e trabalhou com Catiane e Daniel Paraizo em Itororó, local onde fez muitos amigos.
Há informações de que buscas estão sendo realizadas no rio em que o jovem possa ter, supostamente, desaparecido.
Informações do Blog Itororó Já
Itororó: Jovem faz rifa para participar de evento católico em Lisboa
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Caatiba: Justiça Federal condena, à pena de reclusão, ex-prefeito e ex-secretário de finanças
Em fevereiro deste ano (2023), a 1ª Vara Federal Cível e Criminal da SSJ de Vitória da Conquista-Ba, condenou o ex-prefeito da cidade de CAATIBA-BA, Ernevaldo Mendes De Souza (Valdo Mendes) e o ex-tesoureiro Vanderley Ribeiro Sousa (Lelei), por desvio de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Programa Nacional de Alimentação para Creche (PNAC) e Programa Nacional de Alimentação Pré-Escolar (PNAP). Valdo Mendes administrou o município de CAATIBA-BA no período compreendido entre 2001-2008. Nesse mesmo período, Lelei exerceu a função de tesoureiro. Segundo aponta as investigações, nesse período foram desviados milhões de reais destinados à merenda escolar.
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou os réus por falsidade ideológica, falsificação de documentos, desvio de recursos publico, dentre outros crimes. Denúncia que foi aceita e comprovada pela Justiça Federal. De acordo com a decisão, no mesmo processo, o ex-prefeito Valdo Mendes foi condenado em definitivo a uma pena de reclusão que somadas totalizam 9 anos e 10 meses e multado em mais de 100 mil reais.
Na mesma decisão, a justiça condenou o ex-tesoureiro Lelei a uma pena de reclusão que somadas totalizam 8 anos e 7 meses, mais multa. Porém, foi concedido aos réus o direito de recorrer da decisão em liberdade. Em maio, os réus entraram com Embargos de Declaração pedindo a anulação da sentença, todavia foi negado.
Além de serem condenados à prisão, os réus também perderam os direitos políticos. Ou seja, não podem concorrer e nem assumir cargos públicos.
O ex-prefeito Valdo Mendes é o principal articulador politico da atual prefeita de Caatiba-Ba, Tânia Ribeiro e Lelei é irmão da prefeita e assume atualmente o cargo de procurador do município. A última decisão do caso foi divulgada no início de julho.
Pai do suspeito de matar cigana Hyara Flor se pronuncia e dá suposta versão do crime
O pai do suspeito de matar Hyara Flor falou pela primeira vez sobre o caso. O sogro da cigana, Júnior Alves, conhecido como Amorim, gravou um vídeo no final da tarde da última quarta-feira (26), logo após ser liberado da delegacia da Polícia Federal.
O pai negou que ele tenha assassinado a esposa. O sogro de Hyara, afirmou que a sua nora foi morta por um disparo acidental efetuado por um cunhado mais novo da vítima, uma criança de 10 anos.
“Meu filho acabou de ser detido. A gente estava sendo caçado que nem cachorro. Eu não apresentei ele antes com medo de represália. Até uma vaquinha fizeram para para poder matar meu filho. Amadeus não tem nada a ver. Eu amo minha nora Hyara e tenho como uma filha minha”, declarou em vídeo divulgado nas redes sociais.
Além do pai, o irmão do suspeito, Averlan, também confirma história de disparo acidental pelo seu irmão mais novo. Ele publicou através do TikTok, diversos vídeos explicando como supostamente o caso ocorreu.
https://vm.tiktok.com/ZM2pGeLVk/
Governo da Bahia alega que determinação do STF impede pagamento de juros do Fundef a professores
Reivindicado pelos professores da rede pública de ensino, o pagamento dos juros dos precatórios do Fundo de Desenvolvimento da Educação Fundamental (Fundef) não deve ser pago na Bahia.
Em nota enviada na manhã desta quinta-feira (27), o Governo do Estado comunicou que a lei estadual 14.485/2022, que regulamenta o pagamento, segue orientação de lei federal e também as determinações de entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que não permite a inclusão dos valores dos juros de mora no pagamento dos precatórios.
O pagamento dos juros é o ponto central de reclamações da categoria que paralisou as atividades nesta quinta e promove uma manifestação em frente à Secretaria de Educação (SEC), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.
“O dinheiro já chegou. É lei pagar com juros e correção monetária. Os estados do Ceará, Piauí, Maranhão, já fizeram o pagamento, não é possível que só a Bahia vai dar calote nos professores”, reclamou o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), Rui Oliveira.
No comunicado, a administração estadual ainda diz que os recursos para o pagamento de nova parcela dos precatórios ingressaram recentemente e está adotando os procedimentos necessários para efetuar os pagamentos, inclusive com a elaboração de projeto de lei. BN.
Polícia apreende no ES menor suspeito de matar cigana na Bahia
A Polícia Federal apreendeu o menor apontado como autor da morte da cigana Hyara Alves, de 14 anos. A apreensão aconteceu nesta quarta-feira (26), em Vitória, no Espírito Santo. A informação foi confirmada ao BNews pelo próprio pai da jovem.
No dia 17 de julho, foi determinada a busca e apreensão do jovem de 14 anos, que foi apontado como suspeito da morte de Hyara, também de 14 anos. Os dois eram casados e ambos eram ciganos. Bnews.
Região: Funcionária será indenizada por acusação injusta de ato sexual com ex-namorado no banheiro de fábrica de calçados
Uma operadora de calçados da região sudoeste da Bahia será indenizada em R$ 60 mil e terá sua justa causa anulada após ser dispensada por incontinência de conduta de uma indústria de calçados. A empresa alegava que a funcionária foi encontrada dentro do banheiro com o ex-namorado, supostamente praticando atos sexuais no local de trabalho. A justa causa por incontinência de conduta não foi comprovada pela indústria e será considerada como dispensa imotivada. Dessa sentença ainda cabe recurso.
De acordo com a trabalhadora, em abril de 2022, durante o seu horário de intervalo, ela foi até um pavilhão da indústria para conversar com um colega de trabalho acerca de problemas na internet de seu celular. Ela não o encontrou, e resolveu usar o banheiro feminino de onde estava, quando o seu ex-companheiro entrou na cabine do sanitário, segurando a porta e pedindo que ela ficasse em silêncio. Outras mulheres entraram no banheiro, e, assustada, ela permaneceu sem reação. Momentos depois vieram seguranças, bateram na porta e encontraram eles, vestidos, e sem praticar nenhum ato libidinoso. O boato logo se espalhou pela empresa e pela cidade de que a mulher estava tendo relações sexuais com o ex no trabalho, inclusive chegando ao atual companheiro da funcionária – também empregado na empresa.
Ainda segundo a operadora, um dia após o ocorrido ela já estava dispensada sem ter a oportunidade de ser ouvida e esclarecer o ocorrido. “Não houve uma apuração cuidadosa, apenas uma suposição maldosa”, alega a trabalhadora que se diz vítima de uma tentativa desarrazoada de aproximação do seu ex-companheiro.
O fato ainda afetou a sua saúde que se viu abalada após o boato se espalhar por grupos de aplicativos de mensagens e redes sociais, utilizando a imagem dela e fotos de mulheres seminuas escondendo o rosto para induzir que se tratava da operadora.O juiz da Vara do Trabalho de Itapetinga, Antônio Souza Lemos Júnior, utilizou o protocolo de julgamento com perspectiva de gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Para o magistrado, o fato da trabalhadora ter sido encontrada dentro de uma cabine do banheiro feminino com o seu ex não pode ser considerado incontinência de conduta, que seria um “ato de pornografia ou libidinoso”.
Para ele, o fato não é sequer um ato irregular por parte da mulher, mas sim pelo seu ex-companheiro, que entrou em um banheiro destinado às mulheres. Em sua visão a empregadora desconsiderou por completo o peso da versão feminina e não caberia à operadora provar que não estava praticando incontinência de conduta, mas à empresa – o que não aconteceu.
Por esses motivos, o magistrado declarou nula a justa causa, declarando que o rompimento do vínculo ocorreu de forma imotivada, por iniciativa do empregador. Além disso, o magistrado lembra que a trabalhadora foi abordada dentro do banheiro por seguranças do sexo masculino, e que a situação tornou o fato perceptível por outros empregados “o que incentivou a disseminação da notícia danosa”.
Na visão do magistrado a indústria acusou sem provas e contribuiu para a divulgação do boato pela falta de zelo na abordagem. “Essa situação foi amplamente divulgada na comunidade por meio de grupos de Whatsapp e de blogs de informação locais”, afirmou o juiz. Por esse motivo, condenou a empresa ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 60 mil.
O número do processo, bem como os nomes das partes, não serão informados para proteger a privacidade da vítima, uma vez que o processo está em segredo de justiça.
Em delação premiada, Elcio Queiroz diz que Ronnie Lessa matou Marielle e dá detalhes do atentado
Ex-PM está preso desde 2019. Em depoimento, confessou ter dirigido o carro do ataque à vereadora e afirmou que Ronnie Lessa de fato fez os disparos com uma submetralhadora.
O ex-PM Élcio de Queiroz firmou delação premiada com a Polícia Federal (PF) e com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e deu detalhes do atentado contra a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.
Élcio está preso desde 2019, ao lado do amigo, o ex-policial reformado Ronnie Lessa. Eles serão julgados pelo Tribunal do Júri, mas a sessão ainda não foi marcada.


































