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A mãe de Sthefanne Caroline Vaz de Lima, 17 anos, jovem morta durante briga na vizinhança no distrito de Bandeira do Colônia, em Itapetinga, trouxe outra versão dos fatos que resultaram em tragédia na madrugada do último domingo (22). Segundo declaração de óbito divulgado por Renilza Vaz de Lima, sua filha morreu por conta de um traumatismo craniano, consequência de quando foi espancada com um paralelepípedo. Um homem também se envolveu na briga e teria arremessado a pedra. Um vídeo foi divulgado nas redes sociais onde é possível ver as agressão sofridas por Sthefanne.

Antes, havia sido informado pela Polícia Civil que a jovem tinha morrido por conta de um corte com caco de vidro. Ainda conforme relato da mãe, Sthefanne foi agredida não apenas por uma mulher, mas também pela mãe da suspeita já detida e pelo marido desta segunda mulher. Todos eram vizinhos da prima de Sthefanne que iniciou a briga

O marido de Alessandra, de prenome Daniel, se juntou à briga entre as mulheres, desferindo socos e cotoveladas em Sthefanne e, ao final, arremessando um paralelepípedo na cabeça da jovem, o que causou o traumatismo craniano que a levou à morte. Alessandra, que prendia Sthefanne àquela altura, ainda deixou mordidas nas costas da menina.

Sthefanne chegou a levantar, pediu socorro aos vizinhos e foi levada até o Hospital Maternidade de Itororó, cidade vizinha a Itapetinga, onde chegou em coma. Renilza, que recebeu a notícia da tragédia dez minutos depois do socorro dado a filha, correu para o hospital: “Eu fiquei desesperada. Sthefanne tinha ficado em coma, então eu corri para a delegacia. Alessandra me ameaçou na porta, dizendo que se uma delas fosse presa, iam sair dois caixões da cidade, meu e da minha filha”, relembra. Apesar da ameaça, Sara Pires, de 24 anos, foi detida.

  • Até o momento, somente Sara Pires, 24 anos, esta presa pela Polícia Civil. Sua mãe Alessandra e Daniel continuam soltos.

Fonte: Correio