A Secretaria Municipal de Educação, sob a gestão de Cláudia Pinheiro, apresentou no dia 11 de setembro, no auditório da pasta, o Modelo Cívico-Militar que será adotado na Escola Naomar Soares de Alcântara. O encontro reuniu famílias, educadores e comunidade em um espaço de diálogo e esclarecimentos.
O projeto busca enriquecer a formação dos estudantes ao unir o ensino tradicional a valores como disciplina, respeito e cidadania. Segundo a secretária, o sucesso da proposta depende do engajamento coletivo, fortalecendo a parceria entre escola e sociedade.
A nova escola terá gestão compartilhada. A parte pedagógica fica a cargo da Secretaria Municipal de Educação e a gestão disciplinar, com policiais militares da reserva. O município irá reabrir a antiga estrutura da escola Naomar Alcântara para funcionar e receber os alunos que não queiram estudar no modelo Cívico Militar e onde era o antigo CETEP, funcionará a escola com gestão compartilhada. Será oferecido os dois modelos para atender alunos do Ensino Fundamental anos finais.
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Com essa iniciativa, a Secretaria reafirma seu compromisso em investir em metodologias inovadoras que preparem os alunos não apenas para o desempenho escolar, mas também para a vida em comunidade, como cidadãos responsáveis e participativos.
João Pedro Almeida Nascimento, carinhosamente conhecido como Big Mike, provou mais uma vez que a garra e o talento não conhecem limites! Em uma jornada épica, ele sagrou-se campeão mundial na AJP Internacional Brasília, um dos eventos mais prestigiados do circuito de jiu-jitsu.
A AJP Internacional Brasília, parte do renomado circuito mundial da Abu Dhabi Jiu-Jitsu Pro (AJP), é uma plataforma que atrai os maiores nomes do esporte. O evento em Brasília se destaca como uma das sedes mais importantes do Brasil, reunindo atletas de diversas regiões e até de outros países.
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Com uma dedicação incansável e o apoio de patrocinadores visionários, Big Mike embarcou em uma viagem de ônibus até Brasília, movido por um sonho e uma força de vontade inabalável. Lá, ele demonstrou sua superioridade na categoria faixa azul até 94kg, conquistando o título mundial e elevando o nome de Itororó ao pódio internacional.
“É muito gratificante saber que o nosso jiu-jitsu de Itororó tem um nível altíssimo, reconhecido fora da nossa cidade. Muitas vezes pensam que o nosso jiu-jitsu não tem valor, que não é um jiu-jitsu de qualidade. Mas, para quem acredita nisso, está enganado: o nosso jiu-jitsu é, sim, de alto nível, fruto de muita dedicação, esforço, disciplina e vontade de vencer.
Essa vitória não é apenas minha: ela representa todos aqueles que treinam todos os dias, que acreditam no esporte e que sabem o quanto o jiu-jitsu pode transformar vidas. Para as crianças, para os jovens, para os adultos e para todos que fazem parte dessa caminhada, deixo uma mensagem: nunca desistam dos seus sonhos. Eu sou a prova de que, com trabalho duro, fé e perseverança, é possível sair do interior e bater de frente com as maiores cidades do Brasil, chegar até Brasília e ser campeão em um dos maiores eventos do nosso cenário internacional.
O brutal assassinato de três mulheres enquanto caminhavam pela Praia dos Milionários, em Ilhéus, continua sendo um quebra-cabeça para as autoridades. Embora a polícia tenha apresentado um autor confesso, as provas técnicas levantam dúvidas sobre sua participação no crime.
O principal suspeito, Thierry Lima da Silva, de 23 anos, foi preso dias após o crime e chegou a confessar envolvimento. No entanto, exames de DNA realizados pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), em Salvador, não encontraram material genético dele nas vítimas nem nas três facas que foram recolhidas como possíveis armas do crime.
De acordo com os laudos, inicialmente descartou-se a hipótese de estupro e constatou-se a ausência de material genético de quatro pessoas — três homens e uma mulher — tanto nos corpos das vítimas quanto no local das mortes. Um novo exame, realizado após a prisão de Thierry, em 25 de agosto, e divulgado na última quinta-feira (11), confirmou a mesma conclusão: não há DNA do suspeito nem dos demais investigados nos vestígios analisados.
Uma das vítimas era uma professora de Vitória da Conquista, o que ampliou a repercussão do caso em toda a região. A tragédia gerou comoção e protestos da sociedade civil organizada, que cobra respostas concretas das autoridades.
Apesar da confissão, a contradição entre os depoimentos e a ausência de provas biológicas levanta questionamentos sobre a real participação de Thierry e mantém o caso em aberto. A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que continua apurando outras linhas de investigação para esclarecer a autoria e as circunstâncias do crime que chocou a Bahia.