WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
vida plenacentral das bebidasjunior moveis e eletros clinica bem estar


ITORORÓ: ELEITOR - QUAL SERIA O MELHOR HORÁRIO PARA A SESSÃO DA CÂMARA DE VEREADORES?

View Results

Carregando ... Carregando ...
maio 2019
S T Q Q S S D
« abr   jun »
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  
carne de sol gomes mercadinho

allyf calcados

pizzaria garoto senna

pet shop miau au au

leo gas

farmacia dias

alianca variedades

casa de carnes alianca

lava rapido pit stop

softsky informatica

tecnet

guri polpas

academia pro corpo

hn informatica


:: 8/maio/2019 . 18:55

Itororó: Polícia prende caminhoneiro de Itapetinga acusado de matar travesti no Paraná

,

,

Após denúncia e em uma operação conjunta entre a polícia civil e a polícia militar de Itororó foi preso sob mandado de prisão expedido pelo estado do Paraná, o caminhoneiro itapetinguense Murilo Eduardo Rolemberg Guimarães acusado de matar atropelado o travesti Jhonatan William dos Santos de 24 anos, conhecido como Rafaela no último dia 30 de março de 2019 em Paissandu – Paraná.

Murilo estava hospedado em uma pousada no distrito de Bandeira do Colônia quando foi denunciado e preso pelo agente civil Kleber Silva a Polícia Militar de Itororó.

No depoimento feito pelo telefone a polícia do Paraná Murilo afirmou que atropelou Rafaela pois, se sentiu ameaçado pela travesti após negar se relacionar com a vítima. Já para a polícia de Itororó, Murilo afirmou que pediu ajuda a Rafaela para comprar drogas na cidade, já que não conhecia o local, que em seguida se desentendeu com Rafaela e não se lembra de mais nada.

Murilo não ofereceu resistência, foi preso e está a disposição da Justiça.

RELEMBRE O CASO ASSISTINDO O VÍDEO ABAIXO:

Informações do Blog Itororó Já   

Nova Casa – Móveis e Eletrodomésticos: Espaço ampliado com novos produtos. Confira!

Nova Casa – Móveis e Eletrodomésticos

Rua Duque de Caxias – Centro de Itororó 

Atendendo também pelo Zap 073 99909 4205

Desembargador do TRF-1 libera licitação do STF para compra de vinhos e lagosta

O vice-presidente do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), o desembargador federal Kassio Marques, liberou licitação do Supremo Tribunal Federal (STF) para a compra de bebidas, entre elas vinhos, e refeições, incluindo lagosta.

A decisão do desembargador, assinada nesta segunda-feira (6), mas divulgada na manhã desta terça, cassou a decisão liminar da mesma data, da juíza Solange Salgado, da 1ª Vara Federal em Brasília, que havia suspendido a licitação.

O pregão eletrônico da Corte prevê compra pelo “menor preço” de empresa especializada para fornecimento de refeições, no valor total de R$ 1,13 milhão. A licitação foi aberta no dia 26 de abril. Entre os itens listados estão uísque 18 anos, vinhos premiados, além de refeições como lagosta e carré de cordeiro.

Na decisão, o desembargador considerou que a licitação não é “lesiva à moralidade administrativa”. A juíza que suspendeu a compra afirmou que a licitação afrontava o princípio da moralidade administrativa.

“Nesse contexto, em sentido diametralmente oposto ao quanto entendido pelo Juízo de base, desaprovo a ideia de que a contratação dos serviços em análise tenha o condão de vulnerar a precípua competência do STF, que é a de guardar a Constituição”, afirmou o desembargador na decisão.

O juiz federal afirmou na decisão que não se trata de fornecimento ordinário de alimentação aos ministros do STF, mas se destina a “qualificar o STF a oferecer refeições institucionais às mais graduadas autoridades nacionais e estrangeiras, em compromissos oficiais nos quais a própria dignidade da Instituição, obviamente, é exposta”.

Na decisão, Marques cita ainda eventos previstos para 2019, como justificativa para a liberação da compra, tais como eventos setoriais do Mercosul, a cúpula do BRICS, o recebimento de Chefes de Poderes, Chefes de Estados estrangeiros e Juízes de Cortes Constitucionais de todos o mundo.

O desembargador afirmou, ainda, que a decisão que suspendeu a licitação sugere a ideia de que no STF “são concebidos atos com desvio de finalidade”, o que não caberia no caso.

“A licitude e a prudência com que se desenvolveu o processo licitatório desautorizam tal ideia, que reflete uma visão distorcida dos fatos, nutrida por interpretações superficiais e açodadas, daí se justificando o acionamento da excepcional jurisdição plantonista para que, imediatamente, se afaste a pecha indevidamente atribuída ao STF”, escreveu Marques.

O juiz disse também que é de competência do Supremo avaliar a conveniência sobre os próprios atos.

“O que não me parece pertinente é a indevida usurpação da prerrogativa, que compete à Administração, de avaliar a conveniência de seus próprios atos, revogando-os, até, se assim entender adequado.”

Além de permitir o andamento da licitação e eventual assinatura de contrato com a empresa vencedora do pregão eletrônico, o juiz definiu que cabe à 8ª Vara da Justiça Federal de Brasília decidir sobre ações que tratam do tema, uma vez que cuidou da primeira ação que contestou a compra.



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia