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:: ‘Saúde’

Itororó: Morre o comerciante Chico Bahia aos 84 anos

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Faleceu na manhã deste domingo, 08, Dia das Mães, no hospital Calixto Midlej Filho em Itabuna o comerciante Francisco Bahia Neto de 84 anos, conhecido como Chico Bahia. 

Chico precisou fazer uma cirurgia de urgência e sofreu complicações que acabaram se agravando, levando o comerciantes a morte. Chico trabalhou no ramo de açougue por décadas em Itororó. Ele deixa esposa, 5 filhos e 12 netos. 

Seu corpo será velado na Pax São José e o enterro será as 16h deste domingo. 

Informações do Blog Itororó Já

Itororó: Fundação Terra Mãe comemora instalação de aparelho de Raio-X digital no Hospital

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A FTM – Fundação Terra Mãe -, entidade mantenedora da Fundação Hospital e Maternidade de Itororó comemorou na última semana a instalação de um moderno aparelho de Raio-X digital que possibilita obter uma melhor qualidade de imagem em comparação a antiga instalação no setor. O serviço é oferecido pela unidade para toda a região. Confira abaixo a divulgação feita pela FTM.

“A gente começa o dia de hoje trazendo novidades! E elas são muitas, que vocês conhecerão a partir de agora no nosso principal canal de comunicação, o nosso Instagram!

Em Itororó, por exemplo, a Fundação Terra Mãe segue transformando o atendimento e a saúde da população. Agora, temos aparelhos de altíssima qualidade em imagens. A radiografia digital captura a imagem e exibe no monitor em aproximadamente 5 segundos, reduzindo em até 90% a dose de radiação utilizada anteriormente, comparando ao raio-x convencional. A radiografia digital também não utiliza produtos químicos e tóxicos ao meio ambiente.

Agora, há também a integração do RaioX e do laboratório, facilitando e otimizando o tempo do resultado, deixando o prontuário completo no sistema.

É Itororó avançando!
É a saúde avançado!
É a sua Fundação Terra Mãe avançando!

Compartilhe com quem você acha que ficará feliz em saber!!! 📲”

A diretora da unidade de Itororó, Fabiana Oliveira, vibrou com a chegada da nova tecnologia que vai possibilitar um melhor diagnóstico feito pelo setor de Radiologia do Hospital.

Informações do Blog Itororó Já

Itororó: Velório de André será nesta quinta, informa família

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O velório do jovem André Rocha Pereira de 20 anos, estudante de fisioterapia e comerciante do ramo de lanches será na PAX São José em Itororó, a partir das 09h, nesta quinta-feira, 21. O enterro de André também será em Itororó.

André faleceu vítima de um grave acidente automobilístico ocorrido no último domingo, 17, em que o veículo que ele conduzia atropelou um cavalo na BA 263, próximo a Vulcabras/Azaléia em Itapetinga.

No impacto André sofreu politrauma e veio a óbito na UTI do HGVC em Vitória da Conquista.

A família de André autorizou a doação de órgãos e com isso uma equipe médica e técnica de Salvador veio a Vitória da Conquista realizar o procedimento que segundo familiares, poderá beneficiar 10 pessoas que aguardam na fila de espera. 

RELEMBRE O CASO:

Um grave acidente ocorrido na madrugada deste domingo, 17, deixou ferido com gravidade o jovem itororoense André Rocha de 20 anos, após o mesmo colidir frontalmente o veículo que conduzia com um animal que estava solto na rodovia 263, entre Itororó e Itapetinga. André atualmente mora em Itapetinga.

André retornava com sua mãe Adelita do aniversário de uma sobrinha em Itororó, local onde havia passado o dia com familiares. Já chegando próximo a empresa SAE em Itapetinga, André acabou atropelando o animal que teve morte imediata.

O veículo que André conduzia caiu em uma ribanceira e teve todo o parabrisa arrancado com o impacto. O SAMU foi acionado e encaminhou André e sua mãe para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde os dois permanecem internados. Adelita nada sofreu, porém, André sofreu traumatismo craniano, fraturas expostas, politraumatismo e segue em estado gravíssimo na unidade hospitalar.

O jovem é comerciante do ramo de lanches em Itapetinga.

Informações do Blog Itororó Já 

Itororó: Morre o itororoense André na UTI do HGVC

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Com pesar que o Blog Itororó Já comunica o falecimento de André Rocha Pereira de 20 anos, vítima de um gravíssimo acidente ocorrido na BA 263, entre Itororó e Itapetinga, durante a madrugada deste domingo, 17. O jovem havia sofrido morte encefálica e na manhã desta terça-feira, 19, teve seu óbito confirmado.

RELEMBRE O CASO:

Um grave acidente ocorrido na madrugada deste domingo, 17, deixou ferido com gravidade o jovem itororoense André Rocha de 20 anos, após o mesmo colidir frontalmente o veículo que conduzia com um animal que estava solto na rodovia 263, entre Itororó e Itapetinga. André atualmente mora em Itapetinga.

André retornava com sua mãe Adelita do aniversário de uma sobrinha em Itororó, local onde havia passado o dia com familiares. Já chegando próximo a empresa SAE em Itapetinga, André acabou atropelando o animal que teve morte imediata.

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O veículo que André conduzia caiu em uma ribanceira e teve todo o parabrisa arrancado com o impacto. O SAMU foi acionado e encaminhou André e sua mãe para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde os dois permanecem internados. Adelita nada sofreu, porém, André sofreu traumatismo craniano, fraturas expostas, politraumatismo e segue em estado gravíssimo na unidade hospitalar.

O jovem é comerciante do ramo de lanches em Itapetinga.

Informações do Blog Itororó Já 

Itororoense sofre grave acidente na BA 263 entre Itororó e Itapetinga. Animal na pista causou acidente

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Um grave acidente ocorrido na madrugada deste domingo, 17, deixou ferido com gravidade o jovem itororoense André Rocha de 20 anos, após o mesmo colidir frontalmente o veículo que conduzia com um animal que estava solto na rodovia 263, entre Itororó e Itapetinga. André atualmente mora em Itapetinga.

André retornava com sua mãe Adelita do aniversário de uma sobrinha em Itororó, local onde havia passado o dia com familiares. Já chegando próximo a empresa SAE em Itapetinga, André acabou atropelando o animal que teve morte imediata.

O veículo que André conduzia caiu em uma ribanceira e teve todo o parabrisa arrancado com o impacto. O SAMU foi acionado e encaminhou André e sua mãe para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde os dois permanecem internados. Adelita nada sofreu, porém, André sofreu traumatismo craniano, fraturas expostas, politraumatismo e segue em estado gravíssimo na unidade hospitalar.

O jovem é comerciante do ramo de lanches em Itapetinga.

Informações do Blog Itororó Já 

Itororó: Prefeitura divulga 1° caso da variante Ômicron na cidade. Idosa veio a óbito

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Bandeira do Colônia: Morre o funcionário público Binho Andrade

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Faleceu na UTI do Hospital Cristo Redentor em Itapetinga o funcionário público Fabiano Andrade de Oliveira de 40 anos na noite desta sexta-feira, 25.

Binho, como era conhecido, estava internado por quase 2 meses, após descobrir uma infecção no sangue causada por um problema de apendicite. O caso foi detectado e ele acabou precisando ser entubado.

A família solicitou da comunidade a doação de sangue por conta da gravidade do caso de Binho. Ele passou por um processo de traqueostomia, mas, não resistiu ao tratamento e veio a óbito.

Binho deixa esposa, 1 filha e 1 enteado.

O corpo de Binho está sendo velado na PAX São José e o enterro será as 11h no Cemitério de Bandeira do Colônia

Informações do Blog Itororó Já

Itororó: Faleceu “Eliana Gata” ao 43 anos no Hospital e Maternidade

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Faleceu no Hospital e Maternidade de Itororó nesta quarta-feira, 16, Eliana Moreira de 43 anos, conhecida como “Eliana Gata”.

Eliana estava internada no Hospital e Maternidade de Itororó desde a última segunda-feira, após ter sido avaliada pela equipe médica. Ela foi mantida internada sob uso de medicamentos, mas, sofreu uma parada cardiorrespiratória e veio a óbito na manhã desta quarta-feira.

Sempre carismática, Eliana que era usuária do CAPS de Itororó e levava alegria por onde passava. 

Informações do Blog Itororó Já

Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta, está internada na UTI

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A cantora Paulinha Abelha, vocalista do grupo de forró Calcinha Preta, precisou ser internada em um hospital de Aracajú, em Sergipe, e de acordo com o “SE-TV”, ela passou mal com problemas renais. A assessoria de comunicação da artista informou por meio de uma publicação nas redes sociais que ela está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas seu quadro é estável.

“A assessoria de Paulinha Abelha vem por meio desta informar que a cantora segue internada e encontra-se estável, de acordo com boletim médico divulgado na noite de domingo (13). Paulinha está sendo acompanhada por equipe médica especializada. Agradecemos todas as orações e energias positivas”, destacou a publicação.

O marido da cantora, Clevinho Santos, chegou a se manifestar nas redes sociais, explicando que ela passou três dias com enjoos e sentindo tontura. Segundo ele, os médicos fizeram exames e diagnosticaram a cantora com uma infecção. Ele ainda negou que o quadro seja grave:

“A Paulinha não está em estado grave nenhum. Eu estou aparecendo pouco aqui porque tenho que resolver as coisas. Graças a Deus, a Paulinha está bem melhor. Ela está se recuperando, e eu estou conversando com os médicos todos os dias. Ela só precisa de mais alguns dias para ainda se recuperar mais um pouco”, iniciou o influenciador digital. 

Itabuna: TJ condena hospitais a indenizarem pais em R$ 500 mil após morte de adolescente

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A Justiça baiana condenou o Hospital Manoel Novaes e a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna a indenizar um pai e uma mãe em R$ 500 mil pela morte da filha por erro médico, dias após o parto. Segundo a ação, os dois eram pais de uma jovem menor de idade, que deu à luz uma menina, em maio de 2008, na Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.

Os pais contaram na ação que a filha teve um parto normal, que ocorreu sem nenhum problema. Entretanto, dois dias após o nascimento do bebê, a parturiente passou a sentir fortes dores abdominais e febre alta. Inicialmente, ela foi levada ao Hospital Manoel Novaes, depois para o Hospital de Base, ficando internada por três dias e recebeu alta. No entanto, as dores continuaram e ela foi levada ao Hospital Luiz Viana Filho, no qual foi diagnosticada com quadro infeccioso por ter restos de placenta não retirados no parto.

Após a realização da curetagem, no final do mês de junho a jovem foi transferida para uma clínica médica, e no início de julho um cardiologista assinou a transferência para cirurgia. Dias depois, a jovem faleceu por não resistir às complicações do pós-parto, com quadro de infecção generalizada.

As rés confirmaram que a filha do casal deu entrada em suas unidades hospitalares e sustentaram que houve erros de datas na petição feita pelos pais para serem indenizados. O juiz Júlio Gonçalves da Silva Júnior, da 4ª Vara de Feitos de Relação de Consumo Cíveis e Comerciais de Ilhéus, afirma que os réus têm legitimidade passiva para responder a ação e que devem ser responsabilizados pelos serviços prestados.

O magistrado apontou na sentença de piso que “os réus confessam que a parturiente quando retornou ao hospital queixava-se de fortes dores na região do abdomem e febre, fato suficiente para suspeitar que algo de errado ocorreu durante o parto, visto que a paciente era jovem e saudável”.

“Ora, em se tratando de uma jovem saudável, recém parida que, retorna ao hospital com fortes dores no abdômen e febre, até para um leigo, seria de suspeitar que algo ocorreu durante o parto, pois que antes do parto a paciente estava saudável. O fato é que a equipe médica, formada pela médica obstetra e prepostos do hospital, deixaram (sic) restos placentários no útero da filha dos autores, gerando o óbito da mesma. Dessa forma, a médica negligenciou por ato próprio, ou por não ter supervisionado com rigor os atos dos seus colaboradores, [e] de uma forma ou de outra, incorreu em conduta culposa na modalidade negligência”, explica o magistrado.

O juiz chega a citar uma frase do Padre Antônio Vieira sobre a negligência das unidades de saúde: “A omissão é um pecado que se faz não fazendo. Por uma omissão se perde um aviso, por um aviso se perde uma oportunidade, por uma oportunidade se perde um reino”. Desta forma, ele considera que a tentativa de se eximir da responsabilidade é evidente. Na contestação os réus alegaram que não foi feita curetagem e, por isso, não havia prova do erro médico. Depois, foi constatada a realização da curetagem, inclusive pelo laudo pericial. “Os réus agora alegam que apesar da curetagem não provou-se que o material retirado do útero da parturiente era resto de placenta, porém, como restou claro pela peculiaridade fática e documentos médicos, notadamente pelo prontuário médico do hospital Geral Luiz Viana Filho, no qual se confirma o diagnóstico de infecção generalizada pós-parto, por restos placentários no útero da paciente”, frisa.

A sentença destaca ainda que “os réus tiveram ao menos duas oportunidades de agir corretamente, uma foi no próprio parto, quando não deveria sobrar no útero da parturiente os restos placentários, e outra oportunidade foi quando a vítima retornou queixando-se de fortes dores abdominais e febre, quando deveriam ter realizado a curetagem, a qual só foi feita em outro hospital, quando infelizmente já era tarde demais”.

Ao determinar a indenização para os familiares na cifra de R$ 731 mil, o magistrado afirmou que “a perda de uma vida jamais deve ser quantificada”. Assim, fixou um valor maior, de forma a não causar enriquecimento ilícito, visto que o dano dos autores é “incomensuravelmente o maior”. “Mesmo nos dias atuais, após exatos 12 anos, ao tomarem conhecimento da presente sentença, que por sinal lhe é favorável, ainda assim, lá no fundo, no mais recôndito de suas entranhas, sentirão a dor da falta que sua filha faz, não só aos autores, mas a toda a família.”.

Os hospitais recorreram da decisão, que foi julgada pela 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).  Para os réus, houve apreciação equivocada das provas, já que os documentos comprovariam a ausência de responsabilidade em indenizar os pais da jovem. Aduziram que, na verdade, a paciente foi “acometida por uma infecção puerperal que se origina no aparelho genital, decorre de parto recente e tem possibilidade de generalização”. Desta forma, pediram a absolvição ou redução do valor da indenização. O órgão colegiado decidiu reduzir o valor para R$ 500 mil por ser razoável diante dos danos sofridos pela família.



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