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Marônio Cedro: Mundos fechados às avessas. Comparações e decisões do STF

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“Por Marônio Cedro”

Em entrevista dada na véspera da votação do habeas corpus do ex-presidente Lula, o Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que essa instância não vive um autismo institucional. Sobre isso, quis dizer que o STF não se encontra isolado; ou seja, fechado em si mesmo, como se fosse um autista. Ao mesmo tempo, se curvar ao mundo externo deixa de ser Corte Suprema. Em face disso, pode-se decidir de encontro aos anseios de parcela significativa da população.

Como cidadão “comum” e, por ter um filho autista, discordo da percepção do Ministro Gilmar Mendes acerca da sua comparação entre os seres humanos que possuem autismo e a Suprema Corte do nosso “país”. Sua afirmação fica aquém do reducionismo social. Para tanto, seguem elucidações.

Vale salientar que caracteriza uma visão reducionista afirmar que os autistas vivem num mundo fechado, quase ou todo intransponível. Ledo engano, os seus universos são amplos e, a depender das atitudes de outras pessoas, surgem inúmeras “portas” que, ao se abrirem, possibilitam infinitas dialéticas, as quais podem envolver falas, escritas e/ou gestos. E como os seus corpos “falam”. Merece também expor que para recriar essas dignas interações, a autenticidade deve estar entrelaçada com a essência da real confiança que os autistas procuram encontrar nas pessoas que convivem.

Diferente desses mundos plurais dos autistas, certos “cidadãos supremos” vivem um mundo fechado de maneira inversa; ou seja, as suas ações, no campo jurídico, são representações de grupos que ecoam as barganhas clientelistas de segmentos da “dereita e também da isquerda”. Por conta disso, criam-se “teses” alicerçadas no “fisiologismo jurídico”, tentando maquiar, com o verniz da imparcialidade, suas decisões, porém, tornam-se, de modo (in)formal, “fantoches adestrados” dos seus “chefes políticos”. Eis aí mundos fechados de interesses, passando a construir muralhas que recebem os tijolos da corrupção institucionalizada. Como se percebe, mesmo com o olhar míope e distorcido do ministro, pode-se afirmar que algumas ações de “cidadãos supremos” nada têm a ver com autismo.

Com o intuito de ir além do raio abaixo da mediocridade utilizada pelo ministro, merece afirmar que autistas trazem um pluralismo de “AUTENTICIDADE”. Não utilizam subterfúgios para dissimular. Contrário a essas realidades, presencia-se “magistrado” que, no passado recente, era favorável a tais entendimentos e depois, por conta de questões personalistas, mudou as suas “bases jurídicas”. Essas mutabilidades pragmáticas, que representam interesses de oligarquias da política brasileira, não possuem vinculações nenhuma com o SER AUTISTA. Lembremos que autenticidade não caminha ao lado de dissimulação.

Se formos observar, existem simetrias entre alguns “cidadãos superiores da corte maior” com certos “cidadãos superiores da política” que, na dilatação da promiscuidade, envolvem sujeitos da “dereita e isquerda”. No conjunto da politicalha, encontram-se dissimulações, manipulações e, para ratificar o já dito, vivem sim, às avessas, um mundo fechado; isto é, fecham em si com as práticas fisiológicas perversas, tendo como ideal maior a perpetuação dos “feudos” que representam as “estratificações” das “desigualdades cidadãs”. Afinal, se existem os “subgrupos” de “cidadãos comuns”, há também os “suseranos” que, através da politicalha e do judiciário fisiológico, querem continuar nos seus “estamentos sociais”, os quais se encontram no topo da pirâmide que materializa a seletividade cidadã à brasileira, sendo essa cheia de ciclos e que, na contemporaneidade, conseguiu fundir, na busca da salvação via judiciário fisiológico, “ELITES BURGUESAS E OPERÁRIAS”.

Diante do exposto, gostaria de enfatizar que os autistas possuem o mundo fechado, mas sabe para quê? Os autistas possuem o mundo fechado para as dissimulações, para os “fisiologismos sociais”. Vale relembrar que autistas são autênticos. Os seus mundos só estão fechados quando não percebem confiabilidade. Suas interações não envolvem “barganhas sociais”.

Acredito que os autistas podem ensinar muito, pois suas ações estão alicerçadas no princípio da dignidade humana, o qual, acima de qualquer situação, personifica uma nação sem a seletividade cidadã. Assim sendo, que tal aprendermos com as autenticidades e interações dignas dos autistas?

2 respostas para “Marônio Cedro: Mundos fechados às avessas. Comparações e decisões do STF”

  • Geisla disse:

    Acho que essa mensagem devia chegar aos vários outros meios de comunicação para que as pessoas tivessem uma percepção maior do assunto.
    Parabéns Marônio.

  • De fato Professor e colega Marônio!

    A dualidade, e o paradoxo nas decisões judiciais de referido Ministro é evidente, em especial quanto ao HC julgado em 4 de Abril de 2018, o que se revelou em seu posicionamento intermediário…

    Entretanto, esse é o pano de fundo, o que vale para o momento, foi a infeliz comparação que fez o Ministro, ao tratar as pessoas autistas c/ menosprezo, e pior ainda na semana/mês que se comemora o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, em 2 de abril 2018.

    Que mau exemplo deu o Ministro. Parabéns pela lucidez na exposição do artigo. Abraço.

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