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:: 2/out/2019 . 9:24

Itabuna: MP aciona prefeitura por falta de medicamentos a pacientes com câncer

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O Ministério Público do Estado (MP-BA) moveu uma ação civil contra a prefeitura de Itabuna, no sul baiano. O motivo é a falta de medicamentos e a interrupção de tratamento para pacientes com câncer, como cirurgias, quimioterapia, consultas e exames. Nesta quarta-feira (2), quem foi ao Hospital recebeu a informação que não podiam ser atendidos. A unidade de saúde pediu que ligassem durante o dia para saber se haverá atendimento nesta quinta-feira (3). 

Na ação ajuizada pelo promotor Patrick Pires da Costa, o MP-BA pede que a situação do Hospital Manoel Novaes seja regularizada em até 15 dias, o que envolve cirurgias, quimioterapia e a administração de medicamentos aos pacientes. Conforme a TV Santa Cruz, a Santa Casa de Itabuna disse que os medicamentos começaram a acabar em junho deste ano. Procurado pela emissora, o secretário de saúde municipal, Uildson Nascimento, alegou que a falta de medicamentos de oncologia se deve à crise financeira da Santa Casa e não por falta de pagamentos por parte da prefeitura.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) informou que não tem conhecimento da ação movida pelo MP-BA. A pasta declarou ainda que os estabelecimentos habilitados em oncologia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), caso da Santa Casa de Misericórdia em Itabuna, são responsáveis pelo fornecimento dos medicamentos. Bahia Noticias.

Fonte de riqueza de Jacobina: conheça a mineradora que mais produz ouro no Nordeste

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A importância de uma mina de ouro para uma localidade é tão preciosa como o elemento químico brilhante encontrado – o Canadá, por exemplo, é sustentado pela mineração. Não é diferente na cidade baiana de Jacobina, localizada no Piemonte da Diamantina. O Bahia Notícias visitou a sede da Yamana Gold, a maior produtora de ouro do Nordeste, e vivenciou de perto os desafios e a realidade da mineradora.

Economicamente forte, a empresa, que está há 13 anos na cidade, representa 31% do Produto Interno bruto (PIB) jacobinense e emprega quase 85% de nativos em um quadro de mais de dois mil funcionários. São R$ 26 milhões por mês entre salários e benefícios aplicados na cidade.

Primeiro que hoje o ouro é descoberto como se fosse areia – não mais pepita –, e vai sendo compressado até formar uma barra. Mas calma, para chegar até o produto final é preciso passar por um processo “engenhoso”. O complexo é composto por cinco minas, que atuam 24 horas por dia durante os 365 dias do ano. Nos dias atuais não usam mais dinamite para explorar as minas. O uso é com emulsão explosiva. E não pense que é um calor lá dentro. Eles atuam com canos de ar e sistema de controle no subterrâneo, um processo de ventilação, com água e energia. A tecnologia permite saber quem entra e quem está dentro da mina para evitar imprevistos.

A galeria é composta com tirantes e telas para segurar o choco, que é pedaço de rocha que pode cair ao se soltar da galeria. E é jogado o concreto para fazer a contenção. 

Após serem coletados na mina, os resíduos passam pelo equipamento chamado Moinho, que são transformados em formado pastoso. Depois, para separar o ouro, é colocado em um recipiente com o carvão. São retiradas cerca de 6,5 mil toneladas de minério por dia. Em 2018 a empresa produziu 145 mil onças (OZ) de ouro, que equivalem a 4,11 toneladas. Apesar da alta produção, o custo é o menor da América Latina. Isso porque, ao contrário da maioria das minas, a Yamana trabalha com escavações horizontais e pouco desce na terra.

O sistema de segurança para entrar no complexo é rigoroso. Cada pessoa, incluindo os funcionários, precisa passar por inspeção rígida. Visitantes não podem levar celulares ou algo que possa registrar algum ponto da mina. Tudo é minimamente controlado. Há um heliponto no local para embarque e desembarque de helicóptero que carrega as barras de ouro. O destino é guardado a sete chaves. Isso tudo para evitar assaltos. O ouro não é comercializado nacionalmente.

A empresa reutiliza 95% dos recursos hídricos e 86% dos resíduos encontrados são recicláveis. Há uma preocupação ambiental, inclusive com campanhas de reflorestamento. Meio milhão de mudas –, entre nativas, ornamentais e frutíferas – foram produzidas e parte foi entrega à população.

Agora a Yamana Gold volta também a sua visão para novos voos. Segundo o gerente-geral da mineradora, Sandro Magalhães, o projeto de exploração se chama “Lavra Velha”, na cidade Ibitiara, dentro da Chapada Diamantina. A fase é de prospecção de uma possível mina de ouro. “Fica a 300 km de Jacobina em direção à Chapada. Projeto ainda de exploração”, disse Magalhães.

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