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:: 15/maio/2019 . 14:14

Ginecologista é suspeito de assediar 24 mulheres durante consultas em Conquista

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Um médico especializado em ginecologia e obstetrícia, que atende em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, está sob suspeita de assediar ao menos 24 mulheres durante consultas que realiza na rede pública e privada de saúde da terceira maior cidade do estado, com 338 mil habitantes.

As mulheres procuraram a Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), nesta segunda-feira (13), para relatar os supostos assédios, denunciados primeiramente por meio de um perfil na rede social Instagram, criado por uma mulher na sexta-feira (10).

A mulher diz ter sido assediada pelo médico Orcione Júnior, que rebateu as acusações por meio do advogado de defesa. Desde então, o perfil tem recebido vários relatos de supostos assédios por parte do mesmo médico; além do apoio de mulheres de outros estados, que estão compartilhando as informações em suas respectivas contas na rede social.

Em nota, a OAB diz que as 24 mulheres “solicitaram uma audiência com a diretoria da Ordem e com as Comissões da Mulher Advogada e dos Direitos da Mulher e, nessa ocasião, reivindicaram apoio e providências, a fim de que sejam adotados procedimentos de investigação acerca de notícias já veiculadas nas redes sociais”.

egundo a nota, “a OAB acolheu o pleito e prontamente encaminhou expediente às autoridades competentes, pugnando pela adoção das providências que o caso requer”. Diz ainda que “permanecerá acompanhando o desenrolar dos procedimentos que serão adotados pelas autoridades, por considerar que é de relevante interesse social a elucidação dos fatos, ao tempo em que se compromete ministrar apoio técnico-jurídico às ofendidas em seu direito e dignidade”.

Por conta das publicações nas redes sociais, o caso já está sendo alvo de investigação na Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (Deam), cuja delegada titular, Dercimária Cardoso Gonçalves, informou que abriu nesta segunda-feira uma “investigação pública incondicionada” para averiguar as denúncias.

Uma investigação desse tipo, explica a delegada, não precisa que haja representação por parte da vítima para que seja aberta. Contudo, ela informou que o primeiro passo está sendo identificar quem fez a denúncia na citada rede social. “Já temos algumas pistas de quem seja, mas ainda estamos buscando informações”, afirmou a delegada.

“Não temos nenhuma queixa contra o médico apontado na denúncia. O que se espera é que depois dessa publicação apareçam pessoas na delegacia para fazer denúncias formais e a partir daí tomarmos as providências”, acrescentou a delegada, que chegou a ver os relatos e os achou “muito fortes”.

Depoimentos nas redes
Denunciado por meio de um perfil anônimo chamado “diganaovca” (as últimas três letras se referem a Vitória da Conquista), a publicação afirma que “há algumas semanas” a denunciante esteve no consultório do médico Orcione Júnior para realizar um exame preventivo e “no início, a consulta estava seguindo com normalidade, até eu achar estranho/desnecessário ele elogiar o meu clitóris”.

“Seu clitóris é um pouco grande, mas é bonito e interessante”, foi o que a moça relatou ter ouvido do médico Orcione Júnior. “A partir daí não tive nem reação para respondê-lo”, acrescentou.

“A consulta continuou e ele estava colhendo o meu material, até que eu senti que ele estava tentando estimular o meu clitóris, mas como ele ainda estava colhendo o material eu até achei que seria normal, foi quando ele tirou o espéculo [instrumento usado para dilatação], mas ainda assim continuou na tentativa de me estimular”.

A moça diz que em seguida o médico pediu que ela retirasse a blusa para examinar os seios e que logo depois tentou guiar o braço dela em direção ao pênis dele, “e no primeiro momento ele obteve êxito, pois eu achava que era a posição correta que o braço teria que ficar e nesse momento eu senti que o pênis dele estava ereto”.

“Foi aí que eu tirei meu braço de perto dele e só tremia”, relatou a suposta vítima. “Depois, me pediu pra ir vestir minha roupa e assim eu fiz. Quando voltei, ele me pediu para sentar e foi aferir minha pressão. Ele segurou meu braço de uma forma que queria que a minha mão passasse novamente no pênis dele, mas eu esquivei e coloquei em cima da mesa. Logo depois disse que a minha pressão estava normal e que eu poderia voltar com 30 dias para pegar o resultado”.

A moça diz ainda que “talvez eu não tenha sido a primeira, mas tenho certeza que não serei a última, fui atrás de um profissional e me deparei com isso. Minha mente ficou perturbada por dias”, diz o relato complementar publicado no Story do Instagram, onde foram publicados outros relatos também anônimos de mulheres que se dizem assediadas de forma semelhante.

Defesa
Um dos relatos publicados no perfil @diganaovca afirma que o médico acusado tentou beijar uma paciente. Até o início da noite de ontem, o perfil contava com 5.760 seguidores. Mas, se depender do advogado Paulo de Tarso, que defende o profissional acusado pelas internautas de assédio, será retirado do ar o quanto antes.

“Já tentamos fazer isso de forma administrativa, por meio do próprio Instagram, mas não conseguimos, então decidimos ingressar com um pedido de liminar (decisão temporária) na Justiça contra o Facebook para que ele possa ser retirado do ar imediatamente. O que está ocorrendo é um linchamento virtual”, disse o advogado.

Paulo de Tarso disse que havia identificado a autoria da mulher que criou o perfil e fez o relato. Contudo, a pessoa indicada conversou com o CORREIO e disse que nunca foi atendida pelo médico e que apenas compartilhou a informação recebida sobre a denúncia. “Eu nem conheço a autora da denúncia, só achei o caso absurdo”, disse.

Questionado pelo CORREIO se há alguma investigação contra o médico Orciole Júnior, o Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) informou que “não pode compartilhar informações sobre denúncias e processos que tramitam no Tribunal de Ética Médica, pois estes conteúdos estão sob sigilo processual”.

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia (Sogiba) e o Ministério Público da Bahia (MP-BA) informaram que ainda não receberam informações sobre o caso e que, por isso, não tinham o que comentar. Segundo o advogado Paulo de Tarso, o médico Orcione Júnior prefere não dar entrevista sobre o caso.

O Correio 24h

Itororoense Marcão, segurança do São Paulo, dá dicas de boxe para jovens debaixo de viaduto

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“Fotos e Informações Folha de São Paulo”

Durante os treinos e jogos do São Paulo, ele tem a missão de garantir a segurança do elenco tricolor. Mas são nas horas de folga, em uma academia improvisada sob um viaduto no bairro de Perus, periferia da zona norte da capital paulista, que Marcos Roberto Costa dos Santos, 44, conhecido como Marcão, se realiza fazendo o que mais gosta: treinar boxe. Introvertido, mas atencioso, ele se torna uma das atrações sempre que chega à Academia do Ferreirão. Com 1,86 m de altura e 116 kg, Marcão faz de tudo por ali. Treina os músculos virando pneus de caminhão, dá marretadas nos pneus para exercitar os braços, pula corda e até arrisca umas corridinhas pelo pátio que fica ao lado da academia. “Aqui é tudo simples, improvisado, mas as pessoas se envolvem com o esporte”, diz.

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Os garotos vibram mesmo quando ele sobe no ringue para “trocar luvas” com os mais jovens. “À medida que a gente vai treinando, eu vou dando uns toques, orientando. Tem muita gente boa aqui”, afirma. Logo que chegou à capital paulista vindo da Bahia

Marcão ingressou no mundo do boxe. A agilidade e a pegada forte de direita renderam um título brasileiro e um sul-americano na década de 1990. Sua carreira ia bem até que uma lesão no ombro o afastou dos ringues. Agora, 20 anos depois, Otávio, seu filho mais velho, o acompanha nos treinos na academia do Ferreirão. “Foi uma surpresa para mim, pois ele nunca se interessou muito pelo esporte. Agora não quer faltar a nenhum treino e já fala até em subir no ringue para lutar”, conta o pai, envaidecido. Assim como Marcão, os outros frequentadores têm autonomia para pegar no pesado, mas tudo sob a vigilância do homem forte da academia.

Ferreirão, ou João Ferreira, 64, é um abnegado. Ex-lutador de boxe e aposentado, ele aproveitou o espaço para fazer do esporte uma forma de inclusão para jovens que têm poucas oportunidades. A academia funciona às segundas, quartas e sextas, com treinos pela manhã, das 7h às 9h e também no final da tarde, das 17h30 às 21h30. Sem cobrar nada dos participantes, ele já tirou dinheiro do bolso para comprar material esportivo. Colaboradores do bairro também contribuem da maneira que podem para manter vivo o projeto. “Às vezes conseguimos mantimentos e procuramos dar às famílias dos meninos que precisam. Nosso objetivo é ter sempre esse espaço cheio para ver os meninos lutando e mantendo a forma”, diz Ferreirão, que há 19 anos mantém a academia sob o viaduto.

Marcão também ajuda como pode. “Às vezes eu pego uma camisa autografada do São Paulo. Daí eles fazem uma rifa e arrecadam dinheiro para ajudar a comprar material esportivo”, conta. Na semana passada, o chefe de segurança são-paulino levou alguns brinquedos para presentear os meninos que participam dos treinos. “Sempre que eu posso, eu trago alguma coisa. A gente dá um carrinho para o menino que não falta aos treinos, que vai bem na escola. É uma forma de incentivar essa garotada, que tem poucas opções”, afirma o segurança.

A academia não é reservada apenas ao público masculino. Fabiana Pereira, 36, concilia emprego e faculdade com seus treinos. Moradora do Jaraguá (bairro próximo do local), ela sempre se interessou por lutas e diz que se encontrou no esporte treinando sob a supervisão de Ferreirão.

“Aqui é academia raiz. Não tem frescura, é tudo no pesado e o ambiente é muito bom”, afirmou a funcionária pública. Além da paixão pelo esporte, o medo da violência fez Fabiana se dedicar mais ao boxe. “Sempre convivi em lugares perigosos. Então a gente pensa na defesa pessoal. Recentemente fui assaltada, mas graças ao boxe tive a tranquilidade de não reagir”, conta. Apesar de o boxe ser o tema central das conversas no local, quando Marcão está por perto o futebol acaba vindo à tona. Os jovens não perdem a chance de saber mais sobre a rotina do segurança são-paulino. “Eles ficam querendo saber como é o jogador tal. Se eu assisto aos jogos do São Paulo no campo. Como é o meu trabalho. É muito bacana. E não é só sãopaulino que vem conversar, tem muito corintiano que vem falar comigo também”, diz Marcão.

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